Promotores de Tianjin solicitaram o confisco de 61.896 Bitcoin apreendidos de Zhimin Qian no Reino Unido, além de outros bens. O Tribunal Popular Intermediário nº 2 de Tianjin aceitou o pedido em 28 de setembro e publicou um aviso em 13 de outubro; o caso ainda não foi julgado. Segundo os promotores, a suposta fraude de captação de recursos de Qian causou prejuízos de cerca de 19,98 bilhões de yuans a mais de 102.000 investidores. As vítimas podem solicitar participação no processo durante o prazo de seis meses previsto no aviso, mas mesmo as que não o fizerem poderão receber ressarcimentos com os bens recuperados.
Em um processo separado no Reino Unido, a Alta Corte decidiu em 12 de outubro que a lei chinesa deve reger as reivindicações das vítimas sobre os Bitcoin. A decisão não determinou se as vítimas são proprietárias deles: ainda não foram examinadas as provas sobre o conteúdo da lei chinesa. Um escritório de advocacia que representa os requerentes afirmou que pretende recorrer.
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