A Câmara dos Deputados do Paraguai votou por unanimidade pelo impeachment do presidente Santiago Peña, depois que as duas casas do Congresso rejeitaram sua renúncia, segundo o trecho. A moção seguiu para o Senado; Peña ainda não havia sido destituído do cargo. A disputa ocorreu após o banco central apreender os ativos do Ueno Bank, depois que seu índice de solvência caiu para menos de 50% do nível de capital exigido para operar.
O banco tinha quase 3 milhões de clientes, e a apreensão deixou os depósitos em situação indefinida. Um fundo do banco central cobre até US$ 38.600 por pessoa ou instituição, permitindo que a maioria dos depositantes recupere seu dinheiro, mas os depositantes com valores maiores e as instituições continuam dependentes de um leilão de ativos. Peña disse ter vendido sua participação no Grupo Vázquez, controlador majoritário do banco, em 2025. O ex-chefe do Ueno, Carlos Carvallo, deixou a presidência do banco central após Peña pedir que o fizesse.
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